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segunda-feira, maio 20, 2019

Breve poema da luta contra as potestades


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SÉRIE – A VIDA É BREVE COMO UM POEMA ESCRITO NA NEVE - 033


Breve poema da luta contra as potestades


no vento das madrugadas
serei guerreiro infalível
armado do sopro do Espírito
lutando em meio ao invisível
nem anjos do bem ou do mal
apagam o que está escrito

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
14/05/2019 (08h03min).




quarta-feira, junho 27, 2018

FIRMEZA!


Sinta a adoração!
Há um sopro do Espírito que invade o templo.
Flui um frescor de paz que traz refrigério.

É tudo tão diferente!
As crianças percebem a Presença:
“Por que o pastor está chorando?”
Uma simples advertência engaja
            os infantes no momento.
Os reflexos dos lustres se ampliam
criando redes de iluminação...

Que vento é este que toca as frontes?

A Igreja parece estar em êxtase:
o êxtase do Novo Nascimento!

Há ouro no olhar dos que
            enxergaram Deus!

Brilho inefável dos que
            mergulharam no Encontro dos céus.

Meus lábios queimam no teu louvor...

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
16/06/2018 (05h08min).

quarta-feira, maio 30, 2018

VIDA ESTAGNADA


O Espírito, soprando, faz a narrativa de uma vida vazia.

Coração de pedra,
a vida é um vulto disforme.

Ó cântico novo!

Vem da congregação – todo harmonia – hino de paz.

Momento de pedra.

Mutismo disfarçado
igreja
tão carismática...
Adora, esquecida do mundo, adora adora,
insensível
onde o rosto visível
do Onipotente?

Nem um desafino,
nem um batismo:
vazio vazio.

Ágape morto,
cadeiras vazias
cálices cheios.

(Vida estagnada...)

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
27/05/2018 (05h06min).

sábado, dezembro 16, 2017

CHUVAS DE BÊNÇÃOS

Chuvas, chuvas de bênçãos
canta o povo porque crê.
Ouve-se e nada se vê
são breves chuvas de sons.

Pelos caminhos da fé
e em meio a lamaçais
do pecado pelos quais
qualquer pessoa é ré...

Estas chuvas purificam
pessoas sensibilizam
ergue-se um novo tempo:

marcado pela bonança
no coração de criança
em suave sopro do Vento.

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
15/12/2017 (19h27min).

quarta-feira, março 15, 2017

VERSOS CELESTES – VI

Toda manhã eu abro
o Livro da Vida em casa
para enxergar,
decididamente,
onde estão as orientações
para seguir viagem.
Quanto mais chove em meu interior
(a chuva do Espírito que rega minha vida)
mais se diluem as fronteiras
entre o sagrado e o profano,
pois vou mergulhando nos rios de Deus.
Diminuem-se as distâncias
entre a fé e a vida
e minha fé se faz viva
por obras que a demonstram.
Há luzes, cores e brilhos
nesta festa espiritual:
um hino de celebração
da felicidade da fé.
Agora há uma planície de esperança
onde antes havia cordilheiras.
Já transpus montanhas,
eliminei desertos,
plantei lavouras de Deus...
E onde o solo castigado
(seco e rachado ao vento)
agora cenários de flores,
celebração de amores
onde o perfume de Cristo alivia
intempéries do coração
e o sopro do Espírito esparge
as bênçãos da comunhão.

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
03/03/2017 (05h01min).

terça-feira, janeiro 06, 2015

PENHOR

Um selo para a eternidade
ou, se preferir,
um penhor na efemeridade.
Uma frase do Espírito ao espírito;
comunicação transcendental.
O fim do inverno
o mudar de estação
os dias mais claros
as noites tranquilas
a orelha do livro dobrada no sonho
a caneta divina se movimentando ligeira
meu nome escrito no livro da vida
meu registro de novo nascimento
eu, por um momento,
de olhos abertos vendo os céus abertos
e Deus sobre as nuvens
de braços abertos a me esperar.
A calmaria do tempo, o sopro do Vento
sou remanescente da Grande Tribulação.

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,

03 de Janeiro de 2015 (14h35min).