domingo, março 31, 2019

Breve poema do dedo que indica o caminho


SÉRIE – A VIDA É BREVE COMO UM POEMA ESCRITO NA NEVE - 024




Breve poema do dedo que indica o caminho

ao que me aborda apressado
transeunte da esperança
não me faço de rogado
e semeio paz, bonança
o meu dedo indica logo
o caminho da confiança

Josué Ebenézer Nova Friburgo,
15/01/2019 (23h26min).

Breve poema de mãos que oram


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SÉRIE – A VIDA É BREVE COMO UM POEMA ESCRITO NA NEVE - 023




Breve poema de mãos que oram

quando eu for um dia ao culto
minhas mãos levantarei
vou louvar, eu cantarei
e o meu sonho insepulto
vou apresentar a Deus
e pedir os favores seus

Josué Ebenézer Nova Friburgo,
15/01/2019 (23h19min).

Breve poema de mãos em prece


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SÉRIE – A VIDA É BREVE COMO UM POEMA ESCRITO NA NEVE - 022




Breve poema de mãos em prece

largada na areia da praia
a criança brinca com grãos
e por mais que se distraia
em prece se põe suas mãos
a areia escorre ao vento
ela eterniza o momento

Josué Ebenézer Nova Friburgo,
05/01/2019 (21h37min).

Breve poema de mãos que afagam


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SÉRIE – A VIDA É BREVE COMO UM POEMA ESCRITO NA NEVE - 021




Breve poema de mãos que afagam

carícias por mão de veludo
são o afago da experiência
não há verdade ou ciência
que suplante tal absurdo
de mãos que fazem dormir
quem não acordou pra vida

Josué Ebenézer Nova Friburgo,
05/01/2019 (21h29min).

Breve poema de mãos que se cumprimentam


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SÉRIE – A VIDA É BREVE COMO UM POEMA ESCRITO NA NEVE - 020




Breve poema de mãos que se cumprimentam

pra duas mãos se encontrarem
é preciso nascer a esperança
se os corações não se amarem
impossível qualquer bonança
mãos que se estendem no ar
clamam fé pra se encontrar

Josué Ebenézer Nova Friburgo,
05/01/2019 (21h23min).