Mostrando postagens com marcador Luz de Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luz de Cristo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, maio 29, 2019

Breve poema de vidas que usam a espada do Espírito


____________________________________________________________
SÉRIE – A VIDA É BREVE COMO UM POEMA ESCRITO NA NEVE - 046


Breve poema de vidas que usam a espada do Espírito


como pequenina moeda
de parábola de Jesus
frágil, perdida na casa
precisando de uma luz
ergo espada do Espírito
Palavra que me conduz

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
25/05/2019 (14h30min).




quarta-feira, julho 11, 2018

CANÇÃO DE LOUVOR


Eu sou canção de louvor
que dos meus lábios sai;
sou poema de alegria
em louvor a Deus, o Pai.
Eu sou leveza da alma,
paz de espírito, coração.
Sou poema que acalma
na letra dessa canção.

Não adianta vir pra mim
com euforia de aprendiz;
não adianta, se no fim
não é o que você diz.
Eu quero a doce pureza
de quem vive de verdade.
Eu quero a real beleza,
dei adeus à vaidade!

Eu sou canção de louvor,
grito de libertação;
sou a prova desse Amor
expresso nessa canção.
Eu sou a luz de Cristo,
reflexo do meu Jesus.
A paz, e mais que isto,
boa mensagem da Cruz.

Não adianta este mundo
vir com forte tentação.
Não adianta, é profundo,
o que há no coração.
Eu sou canção de louvor,
Deus é Pai e eu seu filho;
não saio mais desse Amor,
minha vida está no trilho.

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
19/06/2018 (02h52min).

domingo, junho 24, 2018

ORAÇÃO NO DOMINGO DA RESSURREIÇÃO


Meu Cristo ressurreto
nesta manhã de Páscoa
faço ao Pai uma oração.

Que a cruz vazia mostre
toda a minha gratidão.

Que o túmulo vazio mostre
toda a minha adoração.

Eu quero ver uma luz
que brilhe forte, meu Cristo,
luminar santo, mais que o dia
em seu clarão na cidade.
Quero o brilho da verdade
que vem de ti, ó Jesus!

Meu Cristo ressurreto
és a prova viva do amor
e do milagre do perdão.
Se a gente o recebe dentro,
na vida, no lar, na mente,
uma luz incandescente
brilha forte do coração.

Vou levando a tua luz
aqui dentro do meu peito
reflexo de consagração.
Às vezes intensa e forte,
por vezes, bruxuleante,
mas sempre de coração.

Que não se acabe esta luz!
Que haja sempre um refletor
da luz que só de ti emana
Cristo Jesus meu Senhor!

Quero achar-me, meu Cristo!
(Dizem que somente contigo
aquele que se perde, se acha...)
Quero perder-me de mim mesmo
não mais andar por aí a esmo.
Eu quero achar-me, meu Cristo:
sob os holofotes da tua luz,
ovelha acuada e distante,
salva agora, neste instante,
pela mensagem da cruz.

Meu Cristo, achastes o mundo
pelas mãos do bondoso Deus
e os doze discípulos simples
escolhidos dentre os judeus,
semearam a doce semente
que em cada coração crente
edificou o Reino dos Céus.
É preciso resplandecer,
luz do Cristo demonstrar,
na noite de trevas do mundo
ou no dia que atravessar.
A manhãzinha da vida
no clarão do novo dia
traz a Estrela da Manhã.
Também na noite mais densa
em que me falte a crença
ou se finda a Esperança.
Tu és aquele que aquece
chama viva que incendeia
resposta a qualquer prece
que o meu caminho clareia...

Meu Cristo, tu que fostes
pendurado num madeiro,
e exposto à execração...
Expuseram-lhe ao opróbrio,
Tu, o Justo e Verdadeiro
que nos trouxe a salvação...
Tivestes sede e lhe deram
vinagre em lugar de água
quiseram então lhe dopar
e lhe provocar tanta mágoa.
Mas recusastes um atalho
Tu que era e és o Caminho
na cruz não deu trabalho.
Até uma coroa de espinho
todo escárnio e zombaria
lhe impuseram noite e dia
naquela dor do Calvário...

Meu Cristo ressurreto,
meu Cristo Redentor,
quero seguir o Caminho
pra chegar a Eternidade,
caminho feito de amor...
Descobri que é vaidade
viver sem ti, ó Senhor!

Meu Cristo ressurreto
quero aprender a negar
meu eu e qualquer razão.
Quero ser boa semente
que plantada neste chão
germina, cresce, floresce
encontra um lugar no solo
recebe a tua radiosa luz
até que dá muitos frutos
que honram a tua Cruz!

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
06/06/2018 (05h04min).

quarta-feira, maio 30, 2018

VIGILIAZINHA


Vigiliazinha, os crentes estão indo para o templo,
cada qual tem sua luz própria.

Comércios sem vida espichados nas calçadas
portas de aço frias fechadas aos olhos.

Os crentes vão com a sua luz pessoal
e as ruas se acendem momentaneamente.

(É como as nuvens de fogo de Deus iluminando o deserto!)

Passos solitários disputam a calçada com os crentes
o notívago não tira as mãos do bolso nem para receber o folheto.

É urbana a brisa fria no rosto e tem cheiros vários
o sereno molha a face mas não esfria o coração.

Desta vez os crentes oraram caminhando pelas ruas da cidade
foi uma andança abençoada pela madrugada.

Como os pastores, que na vigília da noite guardavam seus rebanhos,
os crentes guardam a cidade com suas orações móveis.

O Cristo estava vivo naqueles corações adoradores
que faziam vigiliazinha de fé em caminhada.

Mas não era tempo ainda do galo cantar
embora se escutasse o ladrar dos cães...

(Estes faziam sua vigília como melhores amigos
de uns homens tristemente pecadores...)

O notívago voltou depois de ter chutado umas portas
e ouriçado uns moradores de rua ébrios.

Desta vez não resistiu ao enxergar a luz dos crentes:
estendeu as mãos para receber as Boas Novas.

A madrugada está ao meio de uma vigiliazinha
e a um passo de acontecimento luminoso.

Os crentes entram no templo à meia luz
entoam o paulino Cântico de Vitória.

Nos céus as estrelas choram lágrimas de emoção
ante a Luz maior que as originou.

Brilha o mais puro Amor que a humanidade jamais viu.
No templo, à beira rio; nos templos, à beira coração...

É o maior refletor não convencional
de Luz, de Paz, de Amor e de Esperança.

Vigiliazinha.
            Templo. Templos.
Os crentes cuidam da cidade, apresentando-a a Deus.
O Espírito Santo habita em cada vida.

Templo iluminado, corações ardentes!
Uma madrugada se passou e o povo de Deus louva.
A vigiliazinha trouxe paz para a cidade
trouxe harmonia para os corações em fé.

O galo já pode cantar. É sua hora e sua vez.
Já é quase manhã e a vigilância espiritual não cessa
quando entra no templo o notívago sem nome
que encontrou Deus, no caminho,
e está ali presente com um coração ardente...

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
27/05/2018 (06h05min).