Mostrando postagens com marcador silêncio do papel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador silêncio do papel. Mostrar todas as postagens

sábado, agosto 29, 2015

O POEMA E O POETA



Há poema que é pra ser lido
há outro, pra ser ouvido.

Poema que se lê no silêncio do papel
fala coisas que não se ouve no barulho da existência.

Poema que se ouve no acento da declamação
tira do assento o poeta que amplia a percepção.

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
23 de Junho de 2015 (04h34min).

POEMA MUDO



P

Poema que não fala
que insiste em se calar
é poema que não trata
da matéria da existência
que é preciso expressar.

O meu poema da vida
é um grito de libertação.
Seu silêncio do papel,
a página de mim escrita,
que se lê com o coração.

Josué Ebenézer – Nova Friburgo,
22 de Junho de 2015 (20h40min).